A nossa mensagem

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foto por: Monica Melton em Unsplash

Precisamos compreender e pensar sobre a nossa mensagem, isto é, sobre o que temos anunciado, para quem e porquê, pois podemos estar propagando algo contrário ao Reino de Deus e a Sua vontade.

Em atos, Paulo afirma, no capítulo treze, versículo trinta e dois: “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais,” (Atos dos Apóstolos 13.32, BEARA). E a mensagem nos versículos trinta e oito e trinta e nove, estava relacionada a remissão de pecado:  “Tomai, pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste; e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés.” (Atos dos Apóstolos 13.38–39, BEARA).

Este é o evangelho, estas são as boas novas: é chegado a nós o reino de Deus, temos os nossos pecados remidos e somos justificados por meio da obra de Cristo Jesus na cruz em nosso favor, pois esta é a expressão visível da graça de Deus.

Em que perspectiva falamos da salvação? Para trazer mais pessoas para a “nossa religião”, para termos pessoas que possam “ajudar financeiramente no sustento da obra”? Queremos ser vistos como aqueles que estão “dando resultado”? Queremos ser “reconhecidos”?

Se temos anunciado nesta perspectiva, precisamos parar e repensar, pois não é disto que se trata o reino de Deus e nem da Sua vontade, pois temos que ser movidos pela compaixão, no entendimento que somos a oferta para que outros sejam salvos e cheguem ao conhecimento pleno da vontade de Deus.  Somos, como Cristo, a expressão visível da graça e do amor do Pai em favor de todos. Qualquer coisa diferente disto não é a mensagem que devemos anunciar.

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