Decepcionados na expectativa

foto por: Meghan Holmes em Unsplash

Vejamos o cenário que nos é apresentado: Pedro ordenado vai até a casa de um gentio e anuncia o evangelho. Chegando lá, a primeira coisa que fala é que não deveria estar lá, então começa a pregar. E como ele começa? Precisamos estar atentos para não ter diante das situações o mesmo posicionamento, mas devemos fazer segundo a vontade de Deus, com um coração aberto e cheio da Sua graça.

Podemos ler sobre o que Pedro fala, em Atos no capítulodez, versículos trinta e quatro e trinta e cinco: “Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável.” (Atos dos Apóstolos 10.34–35, BEARA). Com as palavras proferidas no inicio e depois destas o que acontece quando ele começa a pregar e falar do reino de Deus? Leiamos nos versículos quarenta e quatro e quarenta e cinco: “Ainda Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo;” (Atos dos Apóstolos 10.44–45, BEARA).

Eles se surpreenderam com o que Deus estava fazendo, pois não acreditavam que Ele poderia derramar do Seu Espírito sobre toda a carne, como Pedro tinha pregado no dia de Pentecostes, citando o profeta Joel. Eles estavam ali mais para cumprir uma agenda do que efetivamente pela convicção de que aquelas pessoas seriam aceitas por Deus, pois não tinham este pensamento. Precisamos entender e conhecer a graça de Deus, pois ela é operante e está disponível para todos e não somente para aqueles que achamos que merecem ou que são dignos. Temos que ser uma oferta em favor de todos, assim como Cristo fez, em todos os tempos e lugares para que conheçam o Pai e a Sua vontade, frustrando todas as nossas expectativas e pensamento natural.

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