Um viver de família

foto por: Siddhant Soni em Unsplash

Temos que compreender que somos família e como tal devemos partilhar das coisa que temos sido abençoados e de nossa abundância, tanto no aspecto das coisas que temos e possuímos neste mundo, como com relação aos talentos e dons que Deus tem nos concedido para trabalharmos em favor do crescimento e amadurecimento do Corpo, para que como família, O revelemos ao mundo.

Em atos, capítulo quatro, do versículo trinta e dois ao trinta e cinco, temos a maneira como viviam e como repartiam de suas abundâncias: “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade.” (Atos dos Apóstolos 4.32–35, BEARA).

Precisamos parar de pensar na perspectiva religiosa e passarmos a viver segundo a vontade de Deus, revelando a família que Ele constituiu e que, por termos sido transformados, feitos novas criaturas, termos do Espírito que derramou abundantemente da graça, misericórdia e do Seu amor, possamos fazer da nossa vida a verdadeira oferta, a que O agrada, sabendo que não somos donos, mas meros administradores de tudo que Ele tem colocado em nossas mãos para revelá-Lo ao mundo.

Precisamos aprender a fazer de nossas vidas a oferta que agrada ao Pai e que expressa Jesus Cristo ao mundo para que todos possam conhecer do amor e da graça do Senhor por meio de nossas vidas.

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