Ainda há esperança?

foto por: chuttersnap em Unsplash

Compreendermos o Reino de Deus, Sua vontade e qual o propósito que Ele tem para nós, pessoas, no que tange ao chamado e a forma de vivermos é fundamental para não vivermos baseados em religiosidade, em nossas crendices e muito menos pelas nossas expectativas.

Deus não existe simplesmente para suprir as nossas necessidades, não se trata do que podemos fazer para Lhe ser agradável e assim, termos uma vida tranquila, não é termos atos e regras que possamos impor e nem das escolhas pessoais que possam satisfazer os nossos desejos, mas de nos submetermos a Ele e andarmos pelo Seu querer.

Somos chamados para sermos como Seu Filho, para revelá-Lo ao mundo e sermos expressão da Sua glória, por isso, participar do Reino implica em andar neste mundo segundo a Sua vontade.

Jesus contando uma estória de um rei e das bodas de seu filho, explica sobre o reino. Primeiro fala dos que eram dignos, depois do chamado estendido à todos e depois de como os convidados estavam nas bodas.

Podemos ler sobre isso, em Mateus, capítulo vinte e dois, do versículo onze ao quartorze: “Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.” (Mateus 22.11–14, BEARA).

Temos que entender que embora o convite seja para todos, permanecer na festa implica em andarmos segundo a vontade daquele que a preparou. O reino não está relacionado a vivermos pela nossa vontade, mas conforme a de Deus, sujeitos a ela e expressando os valores do Reino.

Somos responsáveis não só para vivermos a vontade do Pai, mas também para ensinarmos outros a viverem da mesma maneira, por isso, precisamos como Cristo, fazer da nossa vida uma oferta.

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