Ouvir o que é falado!

foto por: Tim Marshall em Unsplash

É fundamental ouvirmos na plenitude da expressão das palavras que nos são faladas, para que possamos nos lembrar delas e andarmos por fé e não pelas nossas crenças e desejos, pois estamos aqui para compreender a vontade do Pai, agir como Ele, fazendo da nossa vida uma oferta, para que o mundo O conheça.

Jesus, depois que começou a explicar aos discípulos o que iria acontecer com Ele em Jerusalém, repete o assunto algumas vezes para que pudessem entender, como podemos ler em Mateus, no capítulo dezessete, versículos vinte e dois e vinte e três: “Reunidos eles na Galiléia, disse-lhes Jesus: O Filho do Homem está para ser entregue nas mãos dos homens; e estes o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará. Então, os discípulos se entristeceram grandemente.” (Mateus 17.22–23, BEARA).

Os discípulos escutaram, mas não ouviram sobre a Sua ressurreição, pois a atitude que tiveram, depois que Ele foi crucificado, demonstra claramente que não O ouviram, poderiam até ter escudado, mas não discerniram. Assim como foi com eles, também acontece conosco. Nós não ouvimos todas as palavras que nos são faladas, mas somente as que desejamos ouvir.

Precisamos aprender a ouvir para que possamos crescer, amadurecer e compreender a vontade do Pai. E ao entendermos, caminharmos rumo à maturidade e a expressão de Cristo no mundo, pois assim, como Ele foi, nós somos, a oferta do Pai em favor de todos para que possam conhecer o Seu amor.

A igreja, família de Deus, assembleia dos santos, é responsável por agir como Deus e revelá-Lo ao mundo, para isso, precisamos ouvir o que nos é falado, aprendermos e fazermos da nossa vida a oferta que O agrada.

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