Como crianças mimadas

foto por: Daniel Garcia em Unsplash

Quando nos colocamos diante de situações desagradáveis, nos vemos diante de fatos aborrecidos, quais tem sido as nossas atitudes e o nosso pensamento? Precisamos refletir se temos agido como pessoas maduras ou como crianças mimadas, pois quando somos maduros, compreendemos a situação, entendemos o nosso papel, ofertamos as nossas vidas para que a vontade de Deus se cumpra em nós e através de nós, para sermos instrumentos que expressam a Sua vontade. Quando agimos como imaturos, o que fazemos é reclamar, sempre querendo o oposto do que é oferecido e achando que os outros têm a obrigação de fazer o que queremos que seja realizado naquele momento.

Jesus, ensinando em Mateus no capítulo onze, do versículo dezesseis ao dezenove, afirma sobre esta questão: “Mas a quem hei de comparar esta geração? É semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes. Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.” (Mateus 11.16–19, BEARA).

Precisamos amadurecer e compreender que não somos dos que reclamam, nem dos que ficam esperando que seja feito, mas a oferta, para a expressão da vontade de Deus, para manifestá-Lo e revelá-Lo ao mundo. Temos e precisamos nos ver não como recebedores, mas como doadores, como oferta em favor dos outros, para que possa haver crescimento, amadurecimento e compreensão.

Não podemos ser como crianças mimadas que vivem a esperar pelo atendimento dos próprios caprichos, mas devemos ser maduros que conhecem a Deus, compreendem a Sua vontade e que são oferta pelo amadurecimento das pessoas.

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