Salvarmos a nós mesmos

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foto por: Luana Azevedo em Unsplash

Podemos ver a nossa falta de entendimento quando observamos, durante crucificação de Cristo, que não agimos diferente das pessoas que estavam ali, do mais simples ao mais letrado, todos pensavam somente na possibilidade de Jesus revelar o Seu poder e salvar a Si mesmo daquele momento, assim como nós que vivemos no sentido de procurar sempre a nossa salvação.

Em Lucas, capítulo vinte e três, versículo trinta e cinco, temos as autoridades: “O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido.” (Lucas 23.35, BEARA). Temos também os soldados, no versículo trinta e sete: “Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.” (Lucas 23.37, BEARA). E temos o malfeitor, que tinha sido crucificado com ele, no versículo trinta e nove: “Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também.” (Lucas 23.39, BEARA).

Quando nos vemos diante de problemas, de riscos, qual tem sido nossas ações e pensamentos? Salvarmos a nós mesmos? Nos preocupamos na salvação dos outros ou o que pensamos é: “Ainda bem que não foi comigo!” ou “Deus me livrou!”, mesmo que tenha sido outro que tenha perdido a vida ou se ferido muito.

Precisamos compreender que assim como Cristo, não podemos pensar em nossa salvação, mas termos o entendimento que podemos ser o sacrifício, a oferta em favor de muitos para que possam conhecer o Pai. Temos que entender que não se trata somente de fazer, mas de ensinar outros a viverem como Cristo, por isso, precisamos fazer da nossa vida, dos nossos membros uma oferta a Deus, como um culto com entendimento em favor das pessoas.

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