foto por: Tyler Lillico em Unsplash
Nossa vida é calcada não no que pensamos sobre ela, mas em como a expressamos às pessoas, o quanto revelamos o conhecimento de Deus e o quanto agimos como Ele com elas, revelando compaixão, graça e misericórdia. Não podemos viver segundo o pensamento natural e nem conforme as paixões deste mundo, mas, pelo que recebemos de Deus, a sabedoria que procede Dele e que revela as Suas virtudes.
Tiago em sua carta, no capítulo três, do versículo dezesseis ao dezoito afirma: “Pois, onde há inveja e egoísmo, há também confusão e todo tipo de coisas más. A sabedoria que vem do céu é antes de tudo pura; e é também pacífica, bondosa e amigável. Ela é cheia de misericórdia, produz uma colheita de boas ações, não trata os outros pela sua aparência e é livre de fingimento. Pois a bondade é a colheita produzida pelas sementes que foram plantadas pelos que trabalham em favor da paz.” (Tiago 3.16–18, NTLHE).
Do que se trata o nosso papel neste mundo? De semear confusão? Revelar inveja, egoísmo e cobiça? De correr atrás das coisas daqui? Não. Fazemos tudo com todo empenho para o Senhor e nos esforçamos, santificando o procedimento, rejeitando tudo que procede da natureza humana, para que Ele seja revelado por meio das nossas ações. Recebemos da sabedoria do alto, da vida, da natureza e da graça para manifestarmos e agirmos como o Pai com as pessoas, expressando compaixão e o Seu amor por elas.
Por sermos como Deus, não podemos viver segundo a natureza humana, correndo atrás do que não é eterno, mas temos que manifestar ao mundo as virtudes Daquele que nos chamou para o Seu reino.