Digno é o Cordeiro

foto por: Quino Al em Unsplash

Quando compreendemos que Jesus é o cordeiro de Deus, a oferta que Ele fez para remover o pecado do mundo e que somente Ele tem o poder e autoridade para fazer isso, devemos nos alegrar e nos submeter à Sua vontade como Seus servos para que aprendamos a viver segundo o Seu querer sendo expressão de quem Ele é neste mundo.

No livro de Apocalipse, capítulo cinco, versículo dois, temos uma situação sobre Cristo e o abrir o livro da vida: “Vi também um anjo forte, que perguntava bem alto: Quem é digno de quebrar os selos e abrir o livro?” (Apocalipse 5.2, NTLHE). E o que lemos nos versículos três e quatro? “Mas não havia ninguém, nem no céu, nem na terra, nem debaixo da terra que pudesse abrir o livro e ver o que lá estava escrito. Eu chorava muito porque não se podia achar ninguém que fosse digno de abrir o livro ou de ver o que lá estava escrito.” (Apocalipse 5.3–4, NTLHE). E então, no versículo cinco: “ Então um dos líderes me disse: — Não chore. Olhe! O Leão da tribo de Judá, o famoso descendente do rei Davi, conseguiu a vitória e pode quebrar os sete selos e abrir o livro.” (Apocalipse 5.5, NTLHE). E assim, diante do trono de Deus, nos versículos nove e dez, lemos: “Eles cantavam esta nova canção: Tu és digno de pegar o livro e de quebrar os selos. Pois foste morto na cruz e, por meio da tua morte, compraste para Deus pessoas de todas as tribos, línguas, nações e raças. Tu fizeste com que essas pessoas fossem um reino de sacerdotes que servem ao nosso Deus; e elas governarão o mundo inteiro.”” (Apocalipse 5.9–10, NTLHE).

É importante compreendermos isso. É fundamental termos o entendimento de que fomos comprados por Cristo, que não somos de nós mesmos e nem existimos para fazermos a nossa vontade. Obtemos o perdão do pecado, fomos libertos do seu domínio, através de Jesus Cristo e Sua obra na cruz em nosso favor, para sermos feitos servos da justiça, para revelarmos o reino de Deus neste mundo. Não somos livres para fazermos o que bem entendermos ou quisermos, mas, para fazermos de nossas vidas uma oferta em favor das pessoas para que conheçam o Pai.

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