Um olhar atento

olharmos atentamento o rebanho

foto por:   Ahmed Saffu em /unsplash

Quando lemos a carta de Judas precisamos aprender a olhar de maneira atenta não só para as nossas vidas, para não sermos enganados por nossos desejos e vontades, como também olharmos àqueles que estão em nosso meio para assegurarmos que o rebanho de Deus está protegido dos ataques de inescrupulosos.

Judas, no versículo quatro, afirma: “Pois alguns homens que não temem a Deus entraram no meio da nossa gente sem serem notados. Eles torcem a mensagem a respeito da graça do nosso Deus a fim de arranjar uma desculpa para a sua vida imoral. E também rejeitam Jesus Cristo, o nosso único Mestre e Senhor. Há muito tempo que as Escrituras Sagradas anunciaram a condenação que eles já receberam.” (Judas 4, NTLHE). E completa, nos versículos doze e treze sobre estas pessoas: “Com as suas vergonhosas bebedeiras, eles são como manchas de sujeira nas refeições de amizade que vocês realizam. Eles cuidam somente de si mesmos. São como nuvens levadas pelo vento, que não trazem nenhuma chuva; são como árvores que, mesmo no outono, não produzem nenhuma fruta; são como árvores que foram arrancadas pela raiz e estão completamente mortas. Eles são como as ondas bravas do mar, jogando para cima a espuma das suas ações vergonhosas; são como estrelas sem rumo, para as quais Deus reservou, para sempre, um lugar na mais profunda escuridão.” (Judas 12–13, NTLHE). E no versículo dezenove, ele resume de forma clara essas pessoas: “São essas pessoas que causam divisões, pois são dominadas pelos seus desejos naturais e não têm o Espírito de Deus.” (Judas 19, NTLHE).

A quem estamos submissos? À vontade de Deus, em cumprir o Seu querer ou o que temos buscado são os nossos desejos? Temos nos oposto a um evangelho que fala da graça, da compaixão, do amor, do servir? Precisamos não só olhar a vida dos outros no sentido de ver os frutos que produzem, para evitarmos que o rebanho seja contaminado, como também, temos que olhar as nossas vidas para não sermos contaminados pelas mesmas coisas que condenamos.

Anúncios