Entre a aparência e a motivação

foto por: Matthew Brodeur on Unsplash

Nem sempre pelas palavras proferidas podemos compreender a real motivação, pois as palavras podem revelar uma aparência mas não a motivação. Nem sempre, em um primeiro momento, podemos julgar a motivação dos outros, mas podemos julgar a nossa e sempre coloca-la diante do Criador para que, em tudo o que fizermos, façamos para a glória e louvor do Seu nome.

Quando Maria quebrou o vaso de alabastro, isto em João, no capítulo doze, quais foram as palavras de  Judas? Podemos ler sobre isso do versículo quatro ao seis: “Mas Judas Iscariotes, o discípulo que ia trair Jesus, disse: Este perfume vale mais de trezentas moedas de prata. Por que não foi vendido, e o dinheiro, dado aos pobres? Judas disse isso, não porque tivesse pena dos pobres, mas porque era ladrão. Ele tomava conta da bolsa de dinheiro e costumava tirar do que punham nela.” (João 12.4–6, NTLHE).

Quando ouvimos estas palavras de Judas não podemos dar-lhe razão? Sim. Mas qual era a real motivação do seu coração? Não podemos julgar as ações somente pela aparência, mas pelos frutos, pela motivação que fazemos as coisas, pela maneira como agimos e reagimos diante das situações. E no avaliar de nossa motivação é que podemos perceber o quanto andamos segundo a vontade de Deus ou pelos nossos desejos e na cobiça de atender a nossa vontade.

Precisamos sempre olhar as nossas motivações, para sermos exemplos e modelos para as pessoas, para que possam ver Deus em nós e através de nós e assim, se submeterem à vontade de Deus.

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