Quando nos tornamos cegos

Não podemos continuar cegos espiritualmente

foto por: Sean Brown on Unsplash

A cegueira quanto a realidade espiritual é extremamente crítica, pois ela persiste quando achamos que estamos enxergando e não compreendemos que a realidade que vivemos se trata de sofismas e não a tradução da vontade de Deus e a expressão do Seu reino neste mundo.

Jesus, conversando com os religiosos e o homem que era cego de nascença e o tinha curado, em João,  capítulo nove, versículo  trinta e nove:  “ Então Jesus afirmou: Eu vim a este mundo para julgar as pessoas, a fim de que os cegos vejam e que fiquem cegos os que vêem.” (João 9.39, NTLHE). Depois dirigindo aos religiosos, no versículo quarenta e um:  “ — Se vocês fossem cegos, não teriam culpa! — respondeu Jesus. — Mas, como dizem que podem ver, então continuam tendo culpa.” (João 9.41, NTLHE).

A nossa culpa, a nossa cegueira se revela, quando insistimos no caminho da religiosidade, em um culto para atender as nossas demandas, em práticas isoladas de nossa vida religiosa, no serviço que fazemos para cumprir tabela ou aliviar a nossa consciência de um serviço realizado para Deus e não compreendemos que o Seu Reino não se trata dessas coisas.

O Reino está relacionado a vivermos em todo tempo, em todo lugar, a toda hora, como imitador de Deus, revelando em todas as situações as Suas virtudes, manifestando a Sua graça, sendo expressão de Cristo, sendo o bom perfume, uma carta viva entre as pessoas, expressão de compaixão e de oferta em favor de todos pelo amadurecimento e conhecimento Dele e da Sua vontade. Temos e precisamos nos converter a Ele e a Sua vontade e não desejarmos e orarmos para que Ele se converta a nós e atenda as nossas demandas, pois se assim fizermos nos tornaremos cada vez mais cegos.

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