Plantando e colhendo

Foto: Cornelia Schütz on Unsplash

Não podemos colher se não plantarmos, não podemos abençoar se não houver em nós um coração que expressa a natureza do Pai, e nós, recebemos um novo coração. Coração segundo a Sua natureza que nos conduz ao processo de compreendermos que temos que ser Seus  imitadores e fazer da nossa vida uma oferta. Quando plantamos as virtudes de Deus, colhemos frutos para o Reino e conduzimos as pessoas ao Seu conhecimento.

Temos e precisamos aprender a plantar, tanto no aspecto material (financeiro), ajudando as pessoas em suas necessidades, como no conhecimento de Deus. Paulo fala sobre o aspecto de plantar, de ofertar em favor dos outros que precisam, isto na segunda carta aos Coríntios, no capítulo nove, versículo seis, que diz: “Lembrem disto: quem planta pouco colhe pouco; quem planta muito colhe muito.” (2Coríntios 9.6, NTLHE).

Temos que entender que esta oferta, tanto no aspecto de bens, como no serviço que realizamos em favor dos santos, tem e precisa ser voluntário, com entendimento do nosso papel e responsabilidade, como expressão de maturidade, como ele  registrou do versículo sete ao nove: “ Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras. Como dizem as Escrituras Sagradas: “Ele dá generosamente aos pobres, e a sua bondade dura para sempre.”” (2Coríntios 9.7–9, NTLHE).

Que possamos aprender a fazer da nossa vida, em todos os aspectos, em toda situação uma oferta, tanto ajudando financeiramente, como nos ofertando para a edificação da igreja, como para conduzir as pessoas ao conhecimento do Pai, pois nós somos a expressão do Deus vivo neste mundo.

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