Julgar pela aparência

Photo by Nine Köpfer on Unsplash

Precisamos aprender a pensar, agir, reagir, julgar não segundo o pensamento deste mundo e pela aparência, mas, de acordo com o pensamento espiritual, conforme a vontade de Deus e pelo coração que Ele nos concedeu, quando nascemos de novo e fomos feitos novas criaturas por meio da obra de Cristo em nosso favor para nos resgatar deste mundo e nos transportar para o Seu reino.

Não somos daqui, temos um chamado, uma vocação e portanto, não podemos viver como se deste mundo fôssemos, como Paulo escreveu em sua segunda carta aos Coríntios, no capítulo dez, versículo sete: “Vocês julgam as coisas pela aparência. Se uma pessoa tem certeza de que pertence a Cristo, deve pensar de novo a respeito disso, pois nós também pertencemos a Cristo, tanto quanto essa pessoa.” (2Coríntios 10.7, NTLHE).

O que nos conduz a julgarmos pela aparência, pelo que vemos? Somente quando andamos à luz do pensamento deste mundo, segundo a sabedoria humana e não conforme a que procede de Deus.

Enquanto não entendermos que somos seres espirituais, que recebemos da natureza de Deus, recebemos da Sua vida, que temos a mente de Cristo e que morremos para este mundo, não andaremos segundo os princípios e fundamentos do Reino, mas nos manteremos com os mesmos valores, sendo crianças espirituais, andando como pessoas do mundo, sem o conhecimento da vontade do Pai e não agiremos como Seus imitadores.

Se assim andarmos, julgaremos as pessoas pela aparência, não as conduziremos ao conhecimento do Pai e Sua vontade, não faremos da nossa vida uma oferta em favor da nossa geração para que que conheçam o Seu amor e não agiremos pela compaixão que o Senhor quer que revelemos.

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