Afirmamos não sermos políticos, mas agimos como os mesmos, dizemos que não somos hipócritas, mas fazemos as mesmas coisas, proclamamos que amamos a Deus, mas agimos como se não O conhecêssemos e agora fica a pergunta: O que de fato temos sido? Religiosos? Sim, quando assim fazemos, estamos sendo mais religiosos do que pensamos, mais hipócritas que imaginamos e mais políticos que sonhamos.
Jesus contando a história de dois filhos, no evangelho de Mateus, fala sobre este aspecto do que falamos e do que fazemos, como podemos ler no capítulo vinte e um, do versículo vinte e oito ao trinta e um: “Jesus continuou: — E o que é que vocês acham disto? Certo homem tinha dois filhos. Ele foi falar com o mais velho e disse: “Filho, hoje você vai trabalhar na minha plantação de uvas.” — Ele respondeu: “Eu não quero ir.” Mas depois mudou de ideia e foi. — O pai foi e deu ao outro filho a mesma ordem. E este disse: “Sim, senhor.” Mas depois não foi. — Qual deles fez o que o pai queria? — perguntou Jesus. E eles responderam: — O filho mais velho. Então Jesus disse a eles: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os cobradores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus antes de vocês.” (Mateus 21:28-31, NTLH).
Temos que entender que o Reino não está relacionado ao que falamos, mas, ao que temos feito e como as nossas atitudes estão alinhadas com o que Jesus ensinou, especialmente no sermão da montanha, onde Ele fala de uma vida prática que traduz expressão verdadeira de andar neste mundo de modo digno do reino, fazendo e vivendo a vontade do Pai, caso contrário, estaremos sendo somente religiosos, hipócritas ou como os políticos de nossos dias.
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