foto por: Jack Cain em Unsplash
A consciência da nossa libertação, que já não somos escravos do pecado, mas servos da justiça, que nossa vida é para sermos expressão do Pai, revelando o amor e a Sua graça entre as pessoas, por isso, temos e precisamos fazer dos nossos membros uma oferta à justiça. Tudo que fazemos, a forma como vivemos deve e tem que ter o propósito de expressar que somos novas criaturas em Deus, nascidas Dele, para revelarmos a Sua justiça entre todos.
Paulo escrevendo sobre isso em Romanos, capítulo seis, do versículo doze ao quatorze, afirma: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Romanos 6.12–14, BEARA) . E mais que estes aspectos de consciência e entendimento, precisamos compreender o que Paulo afirmou no versículo dezesseis: “Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?” (Romanos 6.16, BEARA).
Somos livres para vivermos a vontade de Deus, para aprendermos em nossa jornada de amadurecimento, a sermos como Cristo, a revelá-Lo, a manifestarmos o Pai, a sermos servos da justiça com o propósito de manifestar o Seu amor em favor de todos para que em todo o tempo e lugar O conheçam, por isso, o pecado não pode reinar em nossas vidas, pois vivemos por fé que recebemos do Pai. Não vivemos de expectativa do que as pessoas podem fazer por nós.
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