Não antes da apostasia e do homem da iniquidade

Não antes da apostasia e do homem da iniquidade

foto por: Viktor Talashuk em Unsplash

A volta do Senhor não acontecerá antes da apostasia e do revelar do homem da iniquidade que tem o propósito de se opor contra tudo que se chama Deus. Ele se ostentará como se fosse o próprio Deus. Por isso, precisamos amadurecer na fé, nas obras e no revelar de Deus para que não nos deixemos enganar, como não fracassemos diante da oposição que acontecerá, mas devemos como estandartes, revelarmos e manifestarmos o reino de Deus entre os homens.

Paulo trata desta questão na segunda carta aos tessalonicenses, capítulo dois, do versículo um ao seis: “Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.” (2Tessalonicenses 2.1–6, BEARA).

Nossas vidas não podem e nem devem ser calcadas nas coisas e formas de pensar deste mundo, pois está relacionada ao espírito do anticristo, que busca o próprio interesse e se opõe a revelar a natureza de Deus. Temos que compreender que somos novas criaturas, nascidas Dele, por meio da obra de Cristo, para que sendo perseverantes no crescimento da fé e no realizar das Suas obras possamos manifestar o nosso Pai ao mundo, opondo a tudo que se levanta contra Ele e Sua vontade, expressando o amor que Cristo revelou e sendo oferta para que as pessoas possam conhecê-Lo, e assim resistirmos nos maus dias.