Destruindo as relações na comunidade

Judas alerta para aqueles que aparentam espiritualidade, mas desprovidos da vida de Deus e dos frutos que revelam o reino, são como vírus, contaminando e destruindo as relações, como podemos ler nos versículos doze e treze:

Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre.” (Judas 12–13 RA).

Como nos guardar de tamanha contaminação? Por andarmos atentos, no Espírito, por julgar todas as coisas, por mantermos firmes na fé e nas promessas do Senhor, para que ao entrar em nosso meio pessoas que parecem ser espirituais, na realidade buscam somente os próprios interesses, que são gananciosas, que usam de artifícios para se promoverem, mas que o resultado de suas ações, por não andarem no Espírito e nem se submeterem à Cristo, provocam a destruição e a contaminação. Não podemos permitir o pecado e nem podemos promover pessoas que não andam na verdade, mas devemos expulsa-las de nosso meio, pois não produzem frutos de arrependimento e nem se comprometem com Deus e o Seu reino.

A destruição da comunidade, das relações, da vida de igreja é decorrente de nossa desatenção, permitindo que lobos entrem em nosso meio e destruam todo o fundamento e doutrina que aprendemos sobre a vontade de Deus, incentivando a forma de pensar deste mundo, destruindo o entendimento sobre os valores eternos.

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