Não se trata de modismo e nem aparência

Não se trata de modismo e nem aparência

foto por: Brad Fickeisen em Unsplash

No evangelho de Mateus, capítulo três, do versículo sete ao dez, João Batista dirigindo aos religiosos que buscavam o seu batismo, afirma:

Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.” (Mateus 3.7–10, RA).

O batismo não era uma motivação de aparência ou modismo, mas uma expressão, uma confissão do arrependimento. João estava batizando como resultado de um arrependimento confessado, mas esse não se expressava no batismo e nem nas palavras proferidas, mas nas obras que estavam sendo realizadas. Há uma grande confusão em nossos dias, pois ainda focamos na aparência como se fôssemos resolver o problema. A vinda do reino de Deus, a Sua vontade expressa em Cristo não é algo relacionado a aparência, mas a uma confissão de compromisso com Deus e Sua vontade. Arrependemos, nascemos de novo e somos batizados para expressarmos por meio de nossas atitudes que agora somos um novo ser, nascidos para servir a Deus.

Viver o reino de Deus, ser alcançado pela graça e salvação que Ele provê por meio de Cristo, não se trata de religião, modismo ou aparência, mas de compromisso com a Sua vontade expressa por uma vida que anda na verdade, revelando os valores eternos do reino.

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