O fermento da religiosidade

O fermento da religiosidade

foto por: Artur Rutkowski em Unsplash

Jesus falando com os discípulos sobre religiosidade, afirma em Mateus, capítulo dezesseis, versículos onze e doze:

“Vocês não entendem que eu não estou falando a respeito de pães? Tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus! Então os discípulos entenderam que ele não estava dizendo que tivessem cuidado com o fermento usado no pão, mas com os ensinamentos dos fariseus e dos saduceus.” (Mateus 16.11–12, NTLHE).

Em todo o tempo precisamos tomar cuidado com a postura religiosa, pois tanto nós como com que andamos, podemos cair na tentação de sucumbir aos desejos e controles segundo a natureza humana, vivendo mais da aparência do que efetivamente a expressão de quem somos.

Não podemos nos deixar enganar pelos desejos naturais, mas, precisamos cada vez mais buscar o conhecimento de Deus e a Sua vontade, para entendermos que tudo o que fazemos deve estar fundamentado na motivação que tem por propósito revelar Deus ao mundo e não mostrar o que não somos.

O fermento da religiosidade nos corrompe e nos conduz a um viver longe da vontade de Deus, andando segundo o que pensamos, com aparência de sabedoria, mas que não revela o Pai ao mundo.