Deixar a religiosidade e exercer compaixão

Deixar a religiosidade e exercer compaixão

foto por:  cheng feng em Unsplash

A nossa falta de entendimento, nosso espírito religioso, nossa hipocrisia e por acharmos que somos melhores, queremos viver de forma apartada e não entendemos que o nosso papel é estarmos no meio dos pecadores para salvá-los e levá-los ao conhecimento de Deus e Sua vontade.

Não foi diferente com Jesus. Podemos ler sobre a sua experiência com os religiosos em Lucas, capítulo quinze, versículos um ao seis: “Certa ocasião, muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama chegaram perto de Jesus para o ouvirOs fariseus e os mestres da Lei criticavam Jesus, dizendo: — Este homem se mistura com gente de má fama e toma refeições com eles. Então Jesus contou esta parábola: — Se algum de vocês tem cem ovelhas e perde uma, por acaso não vai procurá-la? Assim, deixa no campo as outras noventa e nove e vai procurar a ovelha perdida até achá-la. Quando a encontra, fica muito contente e volta com ela nos ombros. Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo porque achei a minha ovelha perdida.”” (Lucas 15.1–6, NTLHE).

Não se trata de adotar os valores dos pecadores e que andam pelo pensamento deste mundo, mas de compreendermos quem somos, o nosso papel quanto a revelarmos o amor de Deus e exercermos compaixão e misericórdia com aqueles que não O conhecem e que assim, possam experimentar da verdadeira vida e se libertarem da escravidão que estão por meio da obra que Cristo realizou na cruz em favor de todos.