Inaptos para o Reino de Deus

aptidão para o Reino de Deus

foto por: Bertrand Bouchez em Unsplash

Há uma falta de entendimento da vontade e do propósito de Deus e achamos, muitas vezes, que Ele nos aceita de qualquer maneira, mas não. Temos que compreender que viver o Seu Reino e  vontade requer de nós um compromisso fiel. Podemos errar, pecar, mas temos que ter o coração firme e perseverante quanto a vontade do Pai e a sua expressão de forma plena por meio da Igreja, o Corpo de Cristo.

Não podemos querer seguir a Cristo e manter o nosso coração desejoso das coisas desta vida, podemos até possuí-las, mas não podemos ser guiados por elas, como está em Lucas, capítulo nove, versículos cinquenta e sete e cinquenta e oito:  “Indo eles caminho fora, alguém lhe disse: Seguir-te-ei para onde quer que fores. Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” (Lucas 9.57–58, BEARA).

Nem podemos ter o nosso coração, o nosso amor e devoção nas pessoas acima de Deus e Sua vontade, somos responsáveis pelas vidas, podemos e temos obrigação, mas nada pode estar acima da vontade de nosso Deus e Pai, como afirma nos versículos cinquenta e nove e sessenta: “A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus.” (Lucas 9.59–60, BEARA).

E o outro aspecto importante em nossa caminhada é não olharmos para trás, para o que deixamos e desistimos nesta  vida, considerando os valores do Reino. Versículos sessenta e um e sessenta e dois: “Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa. Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.” (Lucas 9.61–62, BEARA).

Que possamos compreender o nosso compromisso com o Reino, com o Pai e Sua vontade e que aprendamos a fazer a caminhada rumo à maturidade e expressão plena de Cristo por  meio de nossas vidas para que a Sua vontade se cumpra em nós e através de nós, levando-nos a andar de modo digno.

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