Recusarão a ouvir a sã doutrina

foto por: Tim Mossholder em Unsplash

Há uma necessidade de compreendermos que precisamos pregar a palavra e temos que entender que “pregar” vai além do que falamos, mas temos que traduzir isso em ação e ensinamos com relação ao reino de Deus, pois já não se quer ouvir sobre o que seja a Sua vontade e sobre o evangelho, e sim o que se deseja é ouvir o que é agradável e o que satisfaz os desejos do coração.

Paulo, instruindo a Timóteo em sua segunda carta, capítulo quatro, do versículo um ao quatro, fala sobre isso: “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.” (2Timóteo 4.1–4, BEARA).

Não se trata do que as pessoas querem ouvir, mas da mensagem que temos que levar, da vontade de Deus que temos que revelar, do que precisamos fazer para que essa verdade seja expressa de maneira clara em palavras e ação, pois não se trata do que são os nossos desejos, mas do que seja a Sua vontade e da oferta, como Cristo, que precisamos ser em favor das pessoas, constrangendo-as diante do amor e da Sua justiça revelada por meio de Cristo.

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