Nossa postura

foto por: Chad Madden em Unsplash

Precisamos compreender que certas coisas são muito importantes na vida cristã, são simples, mas que carregam um significado profundo, que traduz um exemplo sem medidas e que conduz a todos que os cercam a compreenderem o modelo e exemplo que precisamos ser diante da congregação e da vontade do Pai.

Paulo instruindo a Timóteo em sua primeira carta, capítulo dois, versículo oito afirma quanto ao homem: “Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade.” (1Timóteo 2.8, BEARA). E nos versículos nove e dez, instrui-lhes como ensinar as mulheres: “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas).” (1Timóteo 2.9–10, BEARA).

Temos que entender que viver vida de igreja não se trata de andarmos de qualquer maneira e nem de qualquer jeito, mas precisamos ser modelo e exemplo que traduza algo simples e que conduza as pessoas a compreenderem como viver. Não se trata de orar, mas de como orar. Não se trata de viver de qualquer maneira, mas traduzir em atos a santidade requerida por Deus. Não se trata de estarmos simplesmente juntos, mas de compreendermos as diferenças e lidarmos com elas por meio da graça expressa em favor uns dos outros. E quanto as mulheres, compreenderem que não se trata de aparência, mas da maneira como vivem e da prática de boas obras que é inerente a qualquer cristão. Não é a aparência que nos conduz  sermos exemplos, mas as obras realizadas.

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