Nossa percepção pode estar equivocada

foto por: Jad Limcaco em Unsplash

Não podemos nos deixar moldar pela percepção equivocada do pensamento natural, nem termos preconceito pelas coisas que acontecem. Precisamos aprender a olhar além dessas coisas para não sermos religiosos, preconceituosos, mas aprendermos a ouvir e observar as ações para então julgarmos.

Paulo foi julgado pelo povo da ilha que o recebeu como homicida e que merecia a morte, pois após se livrar do naufrágio, uma víbora o picou. Isto está em Atos, capítulo vinte e oito, do versículo três ao seis: “Tendo Paulo ajuntado e atirado à fogueira um feixe de gravetos, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se-lhe à mão. Quando os bárbaros viram a víbora pendente da mão dele, disseram uns aos outros: Certamente, este homem é assassino, porque, salvo do mar, a Justiça não o deixa viver. Porém ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum; mas eles esperavam que ele viesse a inchar ou a cair morto de repente. Mas, depois de muito esperar, vendo que nenhum mal lhe sucedia, mudando de parecer, diziam ser ele um deus.” (Atos dos Apóstolos 28.3–6, BEARA).

Para Paulo, fez diferença o que essas pessoas pensavam? Não. Ele continuou a fazer o que devia. E compreendendo que alguns estavam enfermos, ele os curou.

O que precisamos aprender? Não podemos nos guiar pelo que as pessoas pensam ou falam, mas devemos nortear a nossa vida por quem somos em Deus. Pelo que recebemos e pela convicção de que somos filhos, fomos capacitados para vivermos como filhos, revelar o Seu nome, ensinar outros a viverem da mesma maneira, pois somos a Sua oferta em favor de todos para que possam conhece-Lo.

Por isso, como aconteceu com Paulo, podemos fazer com relação às pessoas. Não podemos prejulgar, apontar, mas sermos o instrumento para que todos tenham a oportunidade de conhecer o Pai, por isso, precisamos ser a oferta.

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