Um caminho para o testemunho

foto por: Christin Hume em Unsplash

É notório que Paulo não havia cometido crime algum, mas ele foi e estava preso há mais de dois anos, simplesmente por uma questão política do que por qualquer crime que tenha cometido, mas ele compreendia que estava debaixo da vontade de Deus e sabia onde deveria ir, por isso apelou para Cesar para poder testemunhar perante o governo de Roma.

Podemos ler sobre isso em Atos, capítulo vinte e cinco, do versículo nove ao onze: “Então, Festo, querendo assegurar o apoio dos judeus, respondeu a Paulo: Queres tu subir a Jerusalém e ser ali julgado por mim a respeito destas coisas? Disse-lhe Paulo: Estou perante o tribunal de César, onde convém seja eu julgado; nenhum agravo pratiquei contra os judeus, como tu muito bem sabes. Caso, pois, tenha eu praticado algum mal ou crime digno de morte, estou pronto para morrer; se, pelo contrário, não são verdadeiras as coisas de que me acusam, ninguém, para lhes ser agradável, pode entregar-me a eles. Apelo para César.” (Atos dos Apóstolos 25.9–11, BEARA).

Paulo estava preocupado com a sua vida, se iria morrer ou não? Não! Ele só tinha algo em mente e no seu coração, aproveitar cada oportunidade e fazer a vontade de Deus para que ela se cumprisse por meio de sua vida. Ele sabia que tinha que ir para Roma e testemunhar do evangelho perante as autoridades, por isso, quando surgiu a oportunidade, ele a aproveitou, apelou para César, pois assim como cidadão romano, teria que ser enviado para ali ser julgado.

Precisamos entender essas coisas, ouvindo e aproveitando cada oportunidade, trabalhar alinhados e sujeitos à vontade de Deus para que ela se cumpra por meio de nossas vidas e assim, ofertando, possamos ser luz no mundo e instrumentos para que o Seu nome seja glorificado e santificado.

 

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