No que traduz a oferta

foto por: Asif Aman em Unsplash

No início da igreja, somente os apóstolos eram responsáveis por tudo, mas não podendo eles cuidarem de todas as coisas, dividiram o serviço com outros irmãos que iriam cuidar da mesa, ou seja, das necessidades das pessoas. Estes, foram recomendados pela igreja e eram homens  de boa reputação e cheios do Espírito e de sabedoria, ungidos para que pudessem, segundo o talento que tinham, realizar a oferta em favor da igreja para que a vontade do Pai se cumprisse.

Esta decisão está em Atos, capítulo seis, versículos dois e três: “Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço;” (Atos dos Apóstolos 6.2–3, BEARA). Depois que a igreja os escolheu,   apresentaram-nos perante os apóstolos, como podemos ler nos versículos seis e sete: “Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos. Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé.” (Atos dos Apóstolos 6.6–7, BEARA).

Não se trata do que fazemos, mas de compreendermos os talentos e dons que recebemos e de como os usamos para a edificação e crescimento do corpo. Precisamos reconhecer a nossa limitação e como o outro pode nos completar para que a vontade de Deus se cumpra no corpo de Cristo, fazendo com que o Pai seja revelado ao mundo.

A igreja não cresce pelo que fazemos no sentido do seu crescimento, mas na compreensão de como devemos servir para que o Pai se revele em nossas ações e assim, a verdadeira oferta se traduz no nosso empenho para que Ele possa se revelar por meio da Igreja por cumprirmos a Sua vontade.

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