Segundo a capacidade de cada um

Cristo: o cordeiro pascal

foto por: Rod Long em Unsplash

Somos chamados para basearmos a nossa vida no modelo de Cristo, sermos como Ele, fazendo da nossa vida uma oferta em favor das pessoas para que conheçam o Pai e Sua vontade. Os dons recebidos e talentos desenvolvidos não são para o nosso usufruto, mas para expressão da glória de Deus.

Jesus contando uma estória, fala com relação a distribuição segundo a capacidade de cada um para servirem ao seu senhor, como está em Mateus, capítulo vinte e cinco, versículo quinze: “A um deu cinco talentos (108 quilos de prata), a outro, dois (quarenta e três quilos) e a outro, um (um pouco mais de vinte e um quilos), a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu.” (Mateus 25.15, BEARA).

Seremos cobrados não por aquilo que não poderíamos fazer, mas segundo a nossa capacidade, conforme os talentos e dons que recebemos, por isso precisamos entender que seguir o modelo de Cristo é vivermos como Ele, fazermos da nossa vida uma oferta em favor das pessoas para que possam amadurecer e conhecer o Pai segundo Sua vontade.

Mas se formos negligentes com o que recebemos ou se usarmos pelos nossos interesses e satisfação de nossos desejos, seremos cobrados por isso, como um servo negligente, como está do versículo vinte e quatro ao vinte sete, que foi o que aconteceu com o que recebeu um  talento: “Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste, receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.” (Mateus 25.24–27, BEARA) .

Que possamos compreender que não podemos ser negligentes quanto ao que Deus tem colocado em nossas mãos para servirmos a igreja e ao mundo no expressar e revelar a Sua glória, mas, entendermos que temos que ser como Cristo e revelar o Pai a todos, fazendo da nossa vida uma oferta para que vejam o modelo, aprendam e assim ensinem outros.

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