Não ser religioso!

Não sermos religiosos

foto por: Connor Limbocker em Unsplash

Somos chamados para expressarmos o Reino, revelarmos o Pai, fazermos as obras de Cristo, tendo-O como modelo a ser seguido. Jesus veio para mostrar como devemos viver e como podemos fazer as mesmas obras que Ele. Fomos capacitados para santificar o nome do Pai, fazermos a Sua vontade, vivendo segundo o modelo que deixou, expressando e proclamando as virtudes do Pai, fazendo a Sua vontade na terra, como ela é cumprida nos céus.

Quando nos embrenhamos na prática religiosa, somos capazes de criar regras, estabelecer dogmas para outros cumprirem, por isso, não podemos nos submeter a ela. Temos que aprender a ouvir o que eles falam, julgar e viver à luz da palavra, mas não podemos fazer como eles.

Jesus ensinando, fala sobre isso em Mateus, capítulo vinte e três, versículos dois e três como podemos ler: “Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem.” (Mateus 23.2–3, BEARA).

Como religiosos, buscamos a aparência, por isso, não podemos fazer isso, como Jesus se referiu a eles quanto as suas práticas, como está nos versículos cinco e seis: “Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas,” (Mateus 23.5–6, BEARA).

O que deve nortear as nossas ações, motivações e atitudes? O modelo de Cristo, pois Ele revelou o que é ser mestre e Senhor, pois mesmo o sendo, servia a Seus discípulos, Ele se ofertou para que nós pudéssemos conhecer o Pai. Ele morreu para que alcançássemos a reconciliação. Assim como Ele fez, devemos fazer neste mundo. Temos e precisamos ser a oferta em favor das pessoas.

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