O que fazer de bom para herdar a vida eterna?

foto por: VIKTOR HANACEK  em PICJUMBO

Receber a vida eterna depende da obediência a mandamentos? É pelos rituais religiosos, dogmas e ensinos sobre o que fazer ou não? Precisamos compreender estas questões. A vida eterna não está nos mandamentos que obedecemos, mas, onde está o nosso coração e o quanto temos colocado o nosso esforço em conhecer Deus e Sua vontade.

Um homem se aproximou de Jesus e perguntou sobre esta questão em Mateus, capítulo dezenove, versículo dezesseis: “E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?” (Mateus 19.16, BEARA). O que Jesus lhe respondeu? Isto está no versículo dezessete: “Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.” (Mateus 19.17, BEARA).

Se trata de guardar mandamentos? Ou do porquê devemos guarda-los? Mas, deixando este aspecto de lado por enquanto, fica a dúvida deste homem e o que Jesus lhe respondeu, do  versículo dezoito ao vinte: “E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda?” (Mateus 19.18–20, BEARA).

Neste momento veio a essência do entendimento do que devemos compreender quanto a recebermos a vida eternam ,mas, Jesus respondeu nos versículos vinte e um e vinte e dois: “Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades.” (Mateus 19.21–22, BEARA).

A questão não é o que fazemos, mas a sua motivação. Não se trata de obedecermos aos mandamentos, mas de onde está o nosso coração. Não se trata de rituais, regras e dogmas, mas simplesmente de nos sujeitarmos à vontade do Pai, de desejarmos honrar o Seu nome. Para isso, precisamos fazer da nossa vida uma oferta a Deus, como um culto com entendimento, para experimentarmos a verdadeira vida que recebemos Dele e temos que nos empenhar em fazer o Seu nome conhecido e glorificado por meio de nossas vidas e ações para que aprendam como ensinar outros a fazer o mesmo.

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