Desenvolver a salvação

foto por: Debby Hudson em Unsplash

Como filhos de Deus, tendo sido regenerados, feitos novas criaturas, tendo recebido da Sua vida, sendo coparticipantes de Sua natureza, não temos outra maneira de viver que não seja expressando e revelando-O ao mundo, agindo como Ele com as pessoas. Por causa disto, precisamos santificar o procedimento, isto é, os nosso atos, palavras, ações e reações com as pessoas, têm que ser baseados no modelo de Cristo, pois assim como Ele é, assim nos fez.

Santificamos para não sermos pedra de tropeço na vida de ninguém e porque temos que conduzir e ensinar sobre a vontade de Deus, proclamando o evangelho, manifestando a graça e o amor de Cristo ao mundo.

Jesus, falando sobre sermos pedra de tropeço, em Mateus, capítulo dezoito, do versículo seis ao nove, afirma: “Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho,e fosse afogado na profundeza do mar. Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo! Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.” (Mateus 18.6–9, BEARA).

Não santificamos para nos aproximarmos de Deus, mas para sermos Sua expressão neste mundo, para não sermos pedra de tropeço na vida de ninguém, mas, para ajudá-los nesta jornada de santificação e expressão do Pai. Santificamos, como uma oferta a Deus, para que as obras que realizarmos O revelem e assim, possam compreender a Sua vontade para todos e não sejamos motivos de escândalo na vida de quem quer que seja, pois somos instrumentos da Sua graça e misericórdia, não de condenação.

Que possamos fazer das nossas vidas uma oferta, para que o Pai seja conhecido no mundo, revelado em nós, e glorificado pelas obras que realizamos.

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