Cristo ofereceu a Si mesmo por nós como sacrifício

foto: Simon Matzinger em Unsplash

Ao compreendermos que Cristo, como sumo sacerdote, constituído por Deus ofereceu a Si mesmo como sacrifício único e definitivo em nosso favor para que pudéssemos ser reconciliados com o Pai e estarmos em Sua presença, pois o Seu sangue nos permite e é a Sua obra que nos apresenta santos, inculpáveis e irrepreensíveis, não requerendo de nós qualquer sacrifício  adicional para que sejamos salvos de nós mesmos e da nossa condição de pecadores.

O autor da carta aos Hebreus fala sobre isso, de Cristo como sacerdote e de Sua oferta, isto no capítulo sete, nos versículos vinte e seis ao vinte e oito: “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que foi posterior à lei, constitui o Filho, perfeito para sempre.” (Hebreus 7.26–28, BEARA).

Temos que entender que é essa oferta de Cristo que nos permite estar na presença de Deus e que não é requerido de nós a obediência a mandamentos, realizar de obras para que possamos ser aceitos por Deus, mas única e exclusivamente o sacrifício do Filho. Tendo o entendimento de que fomos salvos e reconciliados, precisamos ser diligentes no desenvolvimento da nossa salvação, santificando o procedimento, para revelarmos o Pai ao mundo e ensinarmos outros a compreenderem a Sua vontade e a viverem da mesma maneira.

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