A imutabilidade da promessa

foto por: Ben White em Unsplash

Temos e recebemos uma promessa, vivemos por ela, e o Deus que a fez não mente e foi Ele que estabeleceu Jesus Cristo como sumo sacerdote sobre todas as coisas concernentes ao Seu reino e Sua vontade. Vivemos por esta certeza e na convicção que o que recebemos foi pela graça, mediante a obra de Cristo e que não depende de nosso esforço ou empenho para alcançarmos, mas temos que entrar no descanso de Deus e vivermos a Sua vontade neste mundo.

O autor da carta aos Hebreus, no capítulo seis, versículo dezessete ao vinte, fala sobre isso: “Por isso, Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento, para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu, onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 6.17–20, BEARA).

Tendo esta promessa, como podemos viver? Devemos nos empenhar em fazer boas obras para alcançarmos o favor de Deus? Não. Não somos chamados para fazer obras para sermos abençoados por Ele, mas tendo sido, tendo alcançado, sendo abençoados, as fazemos para revelar Suas virtudes ao mundo, para que Ele possa ser glorificado por meio de nossas vidas.

Viver a vida cristã, segundo a vontade de Deus, não depende do que vamos fazer para alcançarmos, termos ou sermos abençoados, mas é por termos sido alcançados, sido abençoados, recebido o que não merecíamos e entendendo a Sua obra em nossas vidas e ter nos capacitado para vivermos a Sua vontade, tendo Jesus como sumo sacerdote, ofertamos a nossa vida para que Suas virtudes se revelem em nós e através de nós.

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