Entre a religiosidade e a transparência

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foto por: iana Simumpande em Unsplash

Jesus contando uma estória, em Lucas, capítulo dezoito, do versículo dez ao quatorze, diz o seguinte: “Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lucas 18.10–14, BEARA).Muitas vezes pensamos que Deus se alegra com a nossa religiosidade e a nossa “pureza” diante Dele, achando que nossos serviço ou nossas atitudes são suficientes e não compreendemos que o que Ele busca se traduz em um espírito quebrantado diante da Sua face e o reconhecimento que não podemos por nós mesmos fazer algo que Lhe agrada.

Não se trata do que fazemos, mas da consciência de quem somos e do reconhecimento de que dependemos inteiramente Dele, que somos miseráveis e que não podemos por nós mesmos fazer qualquer obra que O agrade.

Que possamos reconhecer a nossa dependência e sermos instrumentos de expressão da graça e da misericórdia de Deus diante das pessoas, sendo luz e conduzindo cada um ao conhecimento e entendimento do querer do Pai, ensinando e sendo modelo para que possam fazer o mesmo com outros.

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