Como ouvimos o que nos é falado?

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foto por: Nathaniel Tetteh em Unsplash

A questão não é o que ouvimos, mas como ouvimos, pois depende de como temos recebido, qual a nossa história, quais os nossos medos e temores, nossas experiências e principalmente, com que coração temos ouvido o que Deus tem nos falado.

Jesus ao falar que a palavra de Deus é como uma semente e o que a faz frutificar é a terra onde cai e não a semente, precisamos estar atentos à forma como temos ouvido a Palavra, para que não a absorvemos como um fermento de religiosidade e nem segundo o pensamento natural.

Jesus falando sobre isso, afirma em Lucas, capítulo oito, versículos dezessete e dezoito: “Nada há oculto, que não haja de manifestar-se, nem escondido, que não venha a ser conhecido e revelado. Vede, pois, como ouvis; porque ao que tiver, se lhe dará; e ao que não tiver, até aquilo que julga ter lhe será tirado.” (Lucas 8.17–18, BEARA).

Para ouvirmos conforme a vontade de Deus, precisamos de um coração aberto para ela, uma disposição para nos submetermos ao que aprendemos e conhecemos. Não podemos buscar na Palavra a justificativa para os nossos pensamentos e desejos e nem é instrumento de defesa de nossas ideias, mas é a forma como Deus se comunica conosco. Desejamos a Sua vontade? Nos colocamos com espírito de dependência, reconhecendo que dependemos Dele para compreender? Se assim temos feito, então ouviremos sobre a Sua vontade, entenderemos e seremos instrumentos para ensinar outros sobre ela.

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