A expressão da oferta de Cristo

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foto por: Axel Antas-Bergkvist em Unsplash

Precisamos compreender a oferta de Cristo na plenitude da vontade do Pai, entendendo o Seu ministério e como Ele foi enviado ao mundo. Nós somos enviados por Ele  para cumprirmos o mesmo propósito que está relacionado em sermos expressão do Deus invisível e conduzirmos as pessoas à liberdade que é oferecida pelo Pai a todos.

Jesus, no início do Seu ministério, lê a passagem que foi referida pelo profeta Isaías. Essas palavras estão em Lucas, no capítulo quatro, do versículo dezessete ao dezenove: “e lhe deram o livro do profeta Isaías. Ele abriu o livro e encontrou o lugar onde está escrito assim: O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres e me enviou para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo em que o Senhor salvará o seu povo.”” (Lucas 4.17–19, NTLHE).

Quando recebemos a salvação de nosso Deus, concedida por Sua graça, por meio da fé em Cristo Jesus, nos submetendo a Ele como Senhor e Salvador, recebemos o Espírito Santo, somos capacitados, habilitados, para cumprirmos a missão de Cristo, pois como Ele, somos enviados para anunciar as boas novas, proclamar a libertação, restaurar a vista (trazer o entendimento da vontade de Deus), e colocar em liberdade os que estão oprimidos, pois é o tempo da salvação, reconciliação do povo com Deus. Mas, temos que entender, que somente realizamos a missão quando nos ofertamos, como um culto racional, em favor das pessoas para que O conheçam e à Sua vontade.

Não existe oferta se não houver a compaixão, não existe expressão de compaixão se não entendermos que temos que morrer para os nossos desejos e vontades, para que a vontade do Pai se expresse em nós e através de nós. Não existe a vontade do Pai, se não houver em nós um desejo ardente de conhecê-la.

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