O Filho de Sua alegria

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foto por: Edward Cisneros em Unsplash

Cristo no Seu amor por nós se submete à vontade do Pai, para fazê-Lo conhecido, sendo a expressão visível de misericórdia e graça para conosco, pois é através da graça do Pai e da fé que temos em Cristo, por Sua obra na cruz em nosso favor, que somos salvos, reconciliados e introduzidos à Sua presença, conduzidos no processo de amadurecimento e conhecimento da vontade do Pai, para revelarmos a semelhança de Cristo, sendo a Sua alegria, pois como Igreja, Corpo, cumprimos o mesmo papel de Jesus, fazendo-O visível no mundo.

Logo, ao ser batizado, o Pai falou sobre o Filho, como está em Lucas, capítulo três, do versículo vinte e um ao vinte e dois: “Depois do batismo de todo aquele povo, Jesus também foi batizado. E, quando Jesus estava orando, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu na forma de uma pomba sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse: Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria.” (Lucas 3.21–22, NTLHE).

Por que nos submetemos à vontade do Pai? Por um simples motivo! Quando vemos o nosso Deus, por meio de Cristo, compreendemos que Ele é a única coisa que nos resta, Ele é tudo que podemos ter, somente Nele podemos confiar, pois Ele é a nossa esperança e salvação.

Jeremias compreendeu isso, e também entendeu que a misericórdia de Deus se renova a cada manhã em nosso favor, embora não mereçamos, como podemos ler em Lamentações, no capítulo três, do versículo vinte e dois ao vinte e quatro: “O amor do Senhor Deus não se acaba, e a sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor! Deus é tudo o que tenho; por isso, confio nele.” (Lamentações de Jeremias 3.22–24, NTLHE).

Que possamos compreender o que alegra o Senhor, entendendo que somos a Sua alegria não quando cumprimos os nossos serviços religiosos, mas, quando entendemos que  a nossa vida deve e tem que ser uma oferta em favor dos nossos irmãos, especialmente daqueles que ainda não tiverem seu entendimento iluminado pela graça e compreendemos que nós somos a sua revelação.

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