Nossa esperança e nosso papel

Somos responsáveis pelos outros

foto por: jesse orrico em Unsplash

Ao compreendermos a promessa de Deus, a Sua vontade e o Seu plano para nós, precisamos compreender a importância de repensarmos a maneira de vivermos neste mundo, o quanto devemos nos empenhar para revelar o Pai e sermos o instrumento para cumprir a Sua vontade.

Há uma promessa de um novo céu, uma nova terra, onde Deus habitará entre os homens, podemos ler isto em Apocalipse, capítulo vinte e um, versículo um: “Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram, e o mar sumiu.” (Apocalipse 21.1, NTLHE). Depois, nos versículos três e quatro, lemos: “Ouvi uma voz forte que vinha do trono, a qual disse: Agora a morada de Deus está entre os seres humanos! Deus vai morar com eles, e eles serão os povos dele. O próprio Deus estará com eles e será o Deus deles. Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. As coisas velhas já passaram.” (Apocalipse 21.3–4, NTLHE). Mas, mais que isto, temos a seguinte convocação, que está no capítulo vinte e dois, versículo dezessete: “O Espírito e a Noiva dizem: Venha! Aquele que ouve isso diga também: Venha! Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.” (Apocalipse 22.17, NTLHE).

Somos chamados para participar disto, fazer parte da vontade de Deus, e nós como Igreja, noiva de Cristo, somos responsáveis por chamar a todos que têm sede, que querem e desejam receber da água da vida. Mas, para cumprirmos isso precisamos compreender que como membros do corpo temos que santificar o procedimento, sermos expressão do Deus vivo entre as pessoas e revelá-Lo ao mundo. Só assim, fazendo da nossa vida uma oferta que convocaremos todos para compreender e conhecer a Sua vontade.

 

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