Corrupção em relação aos valores eternos

Não nos deixarmos corromper pelos valores naturais

foto por: Ian Espinosa on Unsplash

Muitas vezes pensamos e realizamos as obras, fazemos o bem, realizamos o que compreendemos ser o nosso papel neste mundo, mas não ficamos atentos a atos de corrupção que revelamos em “algumas” coisas que praticamos e até achamos que é normal, mas devemos pensar assim? Não, este é o ponto importante. Não pensamos de forma compartimentalizada, mas temos que olhar tudo numa perspectiva holística e ver a nossa vida, a vida da igreja na sua integridade de maneira que cumpramos o nosso papel como filhos de Deus.

Quando lemos sobre as igrejas em Apocalipse, capítulo dois, podemos observar que todas foram merecedoras de elogios, mas todas, tinham atitudes e ações que não estavam agradando ao Senhor e a todas elas Ele repreendeu, tanto a igreja de Éfeso, Esmirna, Pérgamo e Tiatira.

Quanto às coisas que desagradavam ao Senhor, temos no versículo quatro sobre Éfeso: “Porém tenho uma coisa contra vocês: é que agora vocês não me amam como me amavam no princípio.” (Apocalipse 2.4, NTLHE).  No versículo quatorze sobre Pérgamo: “ Mas tenho algumas coisas contra vocês: há entre vocês alguns que seguem o ensinamento de Balaão” (Apocalipse 2.14, NTLHE). No versículo vinte, sobre Tiatira: “Porém tenho contra vocês uma coisa: é que toleram Jezabel, aquela mulher que diz que é profetisa. Ela leva os meus servos para o mau caminho, ensinando-os a cometer imoralidade sexual e a comerem alimentos que foram oferecidos aos ídolos.” (Apocalipse 2.20, NTLHE).

A questão é, compreendermos quem somos e quando entendemos não podemos aceitar qualquer ato de corrupção em nossas vidas e nem na vida da igreja, pois somos família, temos que cuidar das vidas uns dos outros e ensinar a cada um a compreensão que precisa para viver uma vida segundo a vontade de Deus, pois somos expressão da Sua vontade neste mundo.

É importante entendermos que temos que viver uma vida segundo os valores eternos, pautados na vontade de Deus e que não podemos sucumbir às paixões e desejos dos valores e pensamento natural. Nossas vidas, em tudo que fizermos, deve ser realizado pela perspectiva de compaixão, amor ao próximo, de expressão de Deus entre os homens, pois qualquer coisa diferente disto nos conduz a andarmos em atos de corrupção que não revelam o Pai no mundo.

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