foto por: Martin Sattler on Unsplash
A nossa vida deve e tem que ser baseada no fundamento de termos visto a Deus, pois quando O virmos e conhecermos, não deixaremos de nos sujeitarmos à Sua vontade, de praticarmos a Sua justiça e sermos Sua expressão neste mundo, revelando-O a todas as pessoas, pois O conhecemos.
Jesus falando sobre isso, afirmou em João no capítulo doze, nos versículos quarenta e quatro e quarenta e cinco: “Jesus disse bem alto: — Quem crê em mim crê não somente em mim, mas também naquele que me enviou. Quem me vê vê também aquele que me enviou.” (João 12.44–45, NTLHE).
Quando vemos e conhecemos o Pai, porque conhecemos Cristo o Seu Filho, não nos resta alternativa que não sermos a Sua expressão neste mundo. Conhecemos o Pai porque conhecemos o Filho e quando temos este entendimento, compreendemos que assim, como o Pai enviou o Filho, o Filho nos enviou ao mundo para sermos a Sua semelhança. Por isso, precisamos entender a santificação como um processo, pela vontade do Pai, onde rejeitamos as ações do pensamento natural e nos sujeitamos ao pensamento espiritual segundo a vontade de Deus.
Porque disto? Por um simples motivo, pois assim como Cristo foi a luz do mundo, no versículo quarenta e seis, podemos ler: “Eu vim ao mundo como luz para que quem crê em mim não fique na escuridão.” (João 12.46, NTLHE). Assim, também, nós somos, como Ele nos ensinou em Mateus, capítulo cinco: somos a luz do mundo e o sal desta terra, por isso, precisamos viver como filhos de Deus, praticando as Suas obras de justiça e sendo expressão viva do Cristo neste mundo. Só fazemos isso, quando vimos a Deus.