Movido pela compaixão

Temos que entender que nem sempre fazemos o que queremos ou planejamos, mas o que precisa ser feito por compreendermos quem somos e nosso papel neste mundo quanto a aliviar a carga das pessoas e ajuda-las em suas jornadas.

Jesus tinha planejado algo com os Seus discípulos, como podemos ler em Marcos no capítulo seis, nos versículos trinta e um e trinta e dois: “Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse: Venham! Vamos sozinhos para um lugar deserto a fim de descansarmos um pouco. Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto.” (Marcos 6.31–32, NTLHE). Mas o que fizeram as pessoas? Podemos ler no versículo trinta e três: “ Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram pela margem e chegaram lá antes deles.” (Marcos 6.33, NTLHE).

Depois deste ocorrido, qual foi a reação de Jesus? Podemos ler no versículo trinta e quatro: “Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas.” (Marcos 6.34, NTLHE).

São estas coisas que precisamos entender e assim temos que agir quando compreendemos quem somos e o nosso papel, pois não dá para deixar as pessoas, sendo que elas precisam de quem as ensine e as conduza no conhecimento da vontade de Deus e sejam instrumento de libertação. Temos que entender que, tendo experimentado a liberdade do domínio do pecado, não temos outra maneira de viver que não seja nos oferecendo em favor das pessoas para que possam ter a sua visão restaurada e serem libertadas também.

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