A certeza da traição

Precisamos entender que sendo Jesus quem era, tendo orado ao Pai para escolher Seus discípulos, houve entre eles a presença de um traidor, por isso nós temos que aceitar a possibilidade de sermos traídos.

Quanto a escolha dos Seus discípulos, podemos ler em Marcos no capítulo três, do versículo dezesseis ao dezenove: “Os doze foram estes: Simão, a quem Jesus deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu (a estes ele deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do Trovão”); André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes, que traiu Jesus.” (Marcos 3.16–19, NTLHE).

Sermos traídos não é a questão, reagirmos como filhos de Deus diante da traição é que é importante, pois nem Jesus pode se livrar de um traidor, mas como filho revelou a atitude que devemos ter, pois mesmo diante desta ação, Ele procurou transmitir o amor de Deus e o desejo que o traidor se arrependesse.

Mas, o que precisamos refletir durante a nossa jornada é se temos sido traídos e como temos reagido ou se nós somos o traidor diante das situações e agimos, como Judas, com egoísmo, cobiça e ganância, sendo corruptos e preocupados somente conosco.

Quando escolhemos andar segundo a natureza humana, submissos às nossas paixões, podemos ter a certeza que seremos o traidor em nossos relacionamentos, pois buscaremos nossos desejos e atenderemos as nossas cobiças e não honraremos as pessoas com quem andamos, inclusive o nosso cônjuge e os filhos, pois achamos que todos existem para nos servir e responder as nossas necessidades.

Que possamos aprender a fazer da nossa vida uma oferta, reagindo como o Filho de Deus, diante das traições, para que o Pai seja conhecido neste mundo e assim, sendo luz, levemos as pessoas a conhecerem o que significa amar como Cristo amou.

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