Entre regras e a compaixão

Não podemos ser incoerentes com o que pregamos, ensinamos e fazemos. Precisamos aprender a olhar todas as coisas segundo a perspectiva de Deus, Suas virtudes, compreender quem somos Nele e agirmos pela mesma natureza e não conforme regras, doutrinas e ensinamentos que tem origem no pensamento humano.

Jesus diante de uma situação e procurando revelar que a compaixão é mais importante que os valores religiosos pregados em Sua época, cura um homem em um sábado, como podemos ler em Lucas no capítulo seis, do versículo nove ao onze: ” Então, disse Jesus a eles: Que vos parece? É lícito, no sábado, fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou deixá-la perecer?  E, fitando  todos ao redor, disse ao homem: Estende a mão. Ele assim o fez, e a mão lhe foi restaurada.  Mas eles (fariseus) se encheram de furor e discutiam entre si quanto ao que fariam a Jesus. ” (Lucas 6:9-11, BEARA).

O quanto temos sido religiosos em nossas atitudes diante das situações? O quanto temos sido incoerentes diante das dificuldades e problemas das pessoas e temos priorizados as regras religiosas que temos imposto?

Precisamos, diante de cada situação que enfrentamos analisar e refletir sobre que ação manifesta a virtude de Deus e qual revela um pensamento humano. Condenamos, privamos as pessoas de cura e libertação somente porque contraria as regras que impomos ou pensamos serem as certas.

Temos que parar de sermos religiosos e vivermos de forma plena a vontade de Deus, revelando as Suas virtudes, andando de modo digno do reino, revelando-O às pessoas e não a nossa hipocrisia religiosa, tendo verdadeira compaixão pelas almas que ainda não O conheceram.