Precisamos compreender que a obra de Deus em nosso favor (Cristo, como oferta pelo pecado), expressando o Seu amor por todas as pessoas, é definitiva, é expressão da Sua graça, e é o que nos faz Seus amigos, para que agora, vivamos em novidade de vida, oferecendo a nossa própria em favor das pessoas pelo papel que a nós incumbiu.
Ele se ofereceu e morreu para que não vivamos mais para nós mesmos, mas para que O imitemos e ofereçamos a nossa vida em favor das pessoas, como está em 2 Coríntios 5:14-15 e no versículo 17, Paulo afirma que fomos feitos novas criaturas e que as coisas antigas (segundo a natureza humana) já acabou e que tudo se fez novo e que agora somos uma nova pessoa.
Ele ao afirmar isso nos versículos dezoito e dezenove, diz que nos entregou uma nova tarefa (a oferta que devemos fazer e fazemos isso por causa do amor de Cristo que nos constrange), sermos reconciliadores das pessoas com Ele: “Tudo isso é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele. E Deus nos deu a tarefa de fazer com que os outros também sejam amigos dele. A nossa mensagem é esta: Deus não leva em conta os pecados dos seres humanos e, por meio de Cristo, ele está fazendo com que eles sejam seus amigos. E Deus nos mandou entregar a mensagem que fala da maneira como ele faz com que eles se tornem seus amigos.” (2 Coríntios 5:18-19, NTLHE).
O nosso entendimento e a nossa postura diante das pessoas devem traduzir o papel atribuído por Deus a nós, como podemos ler nos versículos vinte e vinte e um: “Portanto, estamos aqui falando em nome de Cristo, como se o próprio Deus estivesse pedindo por meio de nós. Em nome de Cristo nós pedimos a vocês que deixem que Deus os transforme de inimigos em amigos dele. Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colocou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com ele, vivamos de acordo com a vontade de Deus.” (2 Coríntios 5:20-21, NTLHE).
É este entendimento que nos leva a viver segundo a vontade de Deus, somos embaixadores, reconciliadores e temos o papel de agir como Ele com as pessoas e ao rejeitarmos todo o pensamento natural, agindo como o próprio Cristo, fazendo da nossa vida uma oferta em favor das pessoas para que se reconciliem com Deus, estamos andando de modo digno do evangelho, manifestando a Sua vontade, sendo o bom perfume de Cristo entre elas. Esta atitude é o verdadeiro culto racional a Deus, pois agimos segundo a Sua vontade e não conforme as nossas expectativas religiosas.
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