A cobiça expressa na religiosidade

Temos e precisamos sempre parar e repensar o que estamos fazendo com o intuito de nos mantermos alinhados com a vontade de Deus, fazendo as coisas pela motivação que esteja alinhada com os valores eternos e não segundo a nossa cobiça.

A questão religiosa não está vinculada a religião, não importando qual, mas, a natureza humana. No início da igreja, quando Paulo estava pregando as boas novas, temos a situação dos artífices da deusa Diana. Eles não estavam preocupados com a religião, assim, como os judeus, estavam preocupados com os seus ganhos e a perda de sua autoridade.

Podemos ler o que foi falado em defesa dos próprios interesses em Atos, no capítulo dezenove, no versículo vinte e sete: “Assim nós estamos correndo o perigo de ver o povo rejeitar o nosso negócio. E não é só isso. Existe o perigo de o templo da grande deusa Diana não ficar valendo mais nada e também de ser destruída a grandeza dessa deusa adorada por todos na Ásia e no mundo inteiro.” (Atos 19:27, NTLH).

Por isso precisamos refletir sobre o quê e porquê temos feito para que não sejamos conduzidos por nossa cobiça e nossos interesses e não pelos valores eternos quanto a manifestar e revelar o reino de Deus neste mundo. Precisamos compreender que o evangelho não trata só da salvação, de formar prosélitos ou qualquer outra coisa, mas, da condução para um processo de transformação do entendimento para vivermos o reino de Deus neste mundo como é da vontade do Pai.

Temos e precisamos compreender que o nosso papel é revelar o reino, fazer o reino manifesto neste mundo por meio das nossas palavras, ações e reações diante das situações. Só assim estaremos vivendo de modo digno do nosso chamado.

https://soundcloud.com/caminhar-na-graca/a-cobica-expressa-na-religiosidade