Sinceridade não é tudo

Na maioria das vezes pensamos que a sinceridade no que fazemos é tudo e a coisa mais importante que devemos fazer, mas isto não necessariamente é a melhor coisa para a nossa vida e nem sempre representa a vontade de Deus, mesmo que estejamos “trabalhando” para Ele. A nossa sinceridade, especialmente a religiosa, pode estar nos levando para longe da Sua vontade e do Seu  plano.

Paulo era um homem religioso e extremamente sincero no que fazia, podemos ler sobre isso em Atos, no capítulo nove, nos versículos um e dois: “Enquanto isso, Saulo não parava de ameaçar de morte os seguidores do Senhor Jesus. Ele foi falar com o Grande Sacerdote e pediu cartas de apresentação para as sinagogas da cidade de Damasco. Com esses documentos Saulo poderia prender e levar para Jerusalém os seguidores do Caminho do Senhor que moravam ali, tanto os homens como as mulheres.” (Atos 9:1-2, NTLH).

Paulo era muito sincero, mas o que aconteceu logo depois? No caminho para damasco, o Senhor o derrubou do cavalo e perguntou o porquê dele O estar perseguindo. Paulo atordoado, pergunta quem era. Então o Senhor lhe responde que era Jesus, o Cristo.

Precisamos compreender que Deus não está interessado em nossa sinceridade religiosa, mas, que vivamos a Sua vontade e a ela nos submetamos, pois só assim, podemos ser instrumentos úteis ao Seu reino e ao realizar do Seu querer entre os homens. Precisamos refletir sobre a questão da nossa sinceridade e do que estamos fazendo, pois podemos estar caminhando para longe de Deus e nos tornando cada vez mais um religioso.

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