Como luz do mundo, não podemos nos calar

Como luz do mundo, não podemos nos calar

foto por: gaspar manuel zaldo em Unsplash

No evangelho de Lucas, capítulo oito, logo após ensinar sobre a questão da semente e da terra, no capítulo oito, do versículo dezesseis ao dezoito, Ele ensina sobre ser luz no mundo, como podemos ler:

Ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz. Nada há oculto, que não haja de manifestar-se, nem escondido, que não venha a ser conhecido e revelado. Vede, pois, como ouvis; porque ao que tiver, se lhe dará; e ao que não tiver, até aquilo que julga ter lhe será tirado.” (Lucas 8.16–18, BEARA).

Somos chamados para brilharmos, para revelarmos as virtudes de Deus, para sermos Seus imitadores, andarmos como Cristo manifestando em nossas palavras, ações e reações o conhecimento do Pai. Não dá para achar que é luz e não revelá-la em obras. Ao compreendermos a obra de Deus, a Sua salvação, e nos comprometermos com Ele e Sua vontade, seremos conduzidos na jornada de amadurecimento para sermos instrumentos úteis ao reino, andando na verdade, amadurecendo e revelando Cristo em nossas ações. Se não expressamos o nosso Deus e não caminhamos para a plena estatura de Cristo, implica que não entendemos nada e que talvez estejamos sendo somente religiosos.

O nosso compromisso é um só: andarmos como Cristo, sendo Seus imitadores, revelando o Pai, sendo luz, anunciando as boas novas da salvação e ensinando todos a andarem na verdade.

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