A oferta de João Batista

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foto por: Annie Spratt  em Unsplash

Tudo no reino de Deus se trata do entendimento que temos de que precisamos fazer da nossa vida uma oferta em favor de outros para que possam conhecer e compreender a vontade do Pai. Não se trata de buscarmos os nossos interesses e nem de vivermos as nossas vidas e sonhos, mas de entendermos que somos responsáveis pelos outros e que devemos revelar e expressar a oferta em favor delas como fez João Batista.

Ele poderia viver a sua própria vida, mas se ofertou para realizar a vontade de Deus e falar daquilo que era o Seu querer aos homens, como está em Lucas, capítulo três, do versículo três ao seis: “E João atravessou toda a região do rio Jordão, anunciando esta mensagem: Arrependam-se dos seus pecados e sejam batizados, que Deus perdoará vocês. Isso aconteceu como o profeta Isaías tinha escrito no seu livro: Alguém está gritando no deserto: Preparem o caminho para o Senhor passar! Abram estradas retas para ele! Todos os vales serão aterrados, e todos os morros e montes serão aplanados. Os caminhos tortos serão endireitados, e as estradas esburacadas serão consertadas. E todos verão a salvação que Deus dá.”” (Lucas 3.3–6, NTLHE).

Ele trazia a mensagem da necessidade de se arrependerem para que pudessem ver a salvação que Deus dá aos homens. Ele anunciava sobre o Salvador que viria após ele. Ele deixou isso claro, que ele era somente o que antecederia a vinda de Cristo.

Podemos ler sobre isso do versículo quinze ao dezessete: “As esperanças do povo começaram a aumentar, e eles pensavam que talvez João fosse o Messias. Mas João disse a todos: Eu batizo vocês com água, mas está chegando alguém que é mais importante do que eu, e não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo. Com a pá que tem na mão, ele vai separar o trigo da palha. Guardará o trigo no seu depósito, mas queimará a palha no fogo que nunca se apaga.” (Lucas 3.15–17, NTLHE).

Que possamos, como João, abrir mão de nossas vidas para sermos aqueles que anunciam a salvação, a reconciliação dos homens com Deus, que sejamos os embaixadores do Reino, vivendo a Sua vontade e não os nossos sonhos.

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