Morremos para o pecado

Foto de Aidan De La Paz na Unsplash

A graça que nos salvou é a mesma que nos chama a viver em novidade de vida

Ao lermos Romanos 6.1–4, entendemos claramente que a justificação pela graça não nos dá licença para viver em pecado. Pelo contrário, quem foi unido a Cristo foi unido também à Sua morte e ressurreição, para viver uma vida completamente nova. Quem morreu não pode continuar vivendo como se nada tivesse acontecido. É isso que Paulo resume no versículo 2:

“De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós, que já morremos para ele?” (Romanos 6.2 NAA)

Estar morto para o pecado não significa ausência de luta, mas ausência de domínio. O pecado já não governa nossas vidas. Seu poder foi quebrado. Fomos libertos da escravidão e, no novo nascimento em Cristo, recebemos capacidade real para rejeitar as paixões humanas. Agora vivemos sob a graça, guiados pela vontade de Deus, para manifestar a Sua glória. A mesma graça que nos justifica é a graça que nos transforma e nos capacita a viver segundo os valores eternos do Reino de Deus.

Por isso, não podemos tratar o pecado como algo normal ou inevitável. Nossa nova identidade em Cristo exige uma nova maneira de viver. Caminhamos em arrependimento contínuo e em busca consciente da santidade, não para sermos aceitos por Deus, mas como resposta de gratidão à obra que Ele já fez em nós. Na prática, isso significa que, em cada decisão do dia a dia, devemos perguntar: isso condiz com alguém que morreu com Cristo e agora vive para Deus?

Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:

CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou YOUTUBE

Busque por: “caminhar na graça”