Conscientes que já não existe mais condenação, pois alcançamos a salvação de nossa alma, a reconciliação pela graça de Deus por meio da fé em Cristo (Rm 8:1). E que não podemos diante de tão grande salvação, vivermos segundo os valores e pensamento deste mundo, ou seja, pela natureza humana, pois quem está na carne não agrada a Deus (Rm:5-8) e que não somos devedores a viver segundo a carne, pois se assim fizermos, estamos caminhando para a morte, mas se nos deixamos guiar pelo Espírito, se nos submetermos à Ele, então somos filhos de Deus (Rm 8:12-14), e como tal, não temos outra coisa que experimentar que a Sua vida, o crescimento e amadurecimento para em tudo expressarmos o nosso Deus e vivermos de maneira digna do evangelho.
Diante de tais verdades, precisamos reconhecer o operar de Deus, nos conduzindo ao amadurecimento e assim, sermos Sua expressão, enfrentando os desafios e problemas na convicção que por meio de Cristo, somos mais que vencedores, pois em tudo vemos a expressão do Seu amor por nós.
Paulo escreveu sobre isso na sua carta aos Romanos, no capítulo oito, do verso vinte e oito ao trinta e nove, que diz: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 8:28-39, RAStr).
Nossa vitória não está e nem é segundo os valores deste mundo, mas, segundo os eternos para cumprirmos o propósito e querer de Deus em nossas vidas. Quando somos vitoriosos? Quando diante das crises, dos problemas, das lutas, das dificuldades, perseveramos firmes no propósito para o qual fomos chamados, não dando um jeito, não querendo resolver a parada por nós mesmos, não corrompendo, mas nos submetendo à vontade de Deus andando neste mundo segundo o Seu querer e o desejo, conscientes que tudo que passamos e enfrentamos são para nos conduzir à semelhança com o Senhor.
Somos vitoriosos diante das fomes, prisões, lutas, problemas, perseguições ou mesmo morte, pois nada que ocorre em nossas vidas está fora do conhecimento de nosso Deus, nem é sem a Sua permissão, pois é através destas coisas que aprendemos a andar segundo valores eternos, para revelarmos o Seu reino aos homens e não segundo as coisas deste mundo.
https://soundcloud.com/caminhar-na-graca/mais-que-vitoriosos
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